Verbalizando o ano novo!

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É. Mais um ano se foi.

Mais um ano que passou voando!

E agora é o momento de agradecer!

Sei que vocês podem até ter virado o rosto ou feito uma careta quando leram que temos que agradecer, mas eu quis dizer “agradecer por esse ano finalmente estar acabando!” (KKKKKK)

Dois mil e quinze foi um daqueles anos que a gente olha para trás e consegue salvar poucas coisas, bem poucas mesmo. Foi um ano recheado de coisas ruins pra todo mundo e talvez você tenha perdido o emprego, ou um amor tenha ficado para trás, ou que os planos cultivados com tanto carinho tenham se perdido. É, 2015 não vai deixar saudade ou aquele gostinho de quero mais.

Entretanto, mesmo com todas as coisas ruins que possam ter acontecido, a gente chegou (firme e forte!) ao final dele. A gente tentou se recuperar e ser mais forte, matando um leão por dia para vencer e seguir em frente. A gente também desistiu de coisas que nos faziam mal, que nos prendiam à lugares que não fazem mais a nossa vibe ou que não combinavam mais com a nossa personalidade. A gente brigou, amou, chorou (eu mesma chorei muito!) e bateu o pé pra não se deixar envolver em situações que tentaram nos levar pra baixo.

Sim, a gente brigou. A gente brigou com os chefes que não reconheceram o nosso trabalho; com o namorado que queria nos dominar; com a amiga que combinou de passar o ano novo em uma cidadezinha praiana sem luxo (torrando no sol e tomando muita água de coco), mas foi para Trancoso de última hora (bjs, você sabe quem!); com os caras babacas e suas piadinhas de mal gosto; com a balança, essa que continua feito um cabresto na vida de muita gente, mas que deveria ser mandada para o espaço (junto com os controladores de peso e aqueles pseudo-amigos que dizem “você tá mais cheinha, né?).

Bem, a gente amou. A gente amou muito! A gente amou aquele vestido que compramos em janeiro, mas que até hoje não usamos; aquela amiga nova, suuuuuuper gente fina, que nos foi apresentada por aquele carinha meio fofo, cujo o lance com não foi pra frente; a gente amou as nossas famílias, mesmo que lotadas de problemas; a gente amou o primeiro beijo em alguém, e a primeira vez com alguém; as praias que curtimos, os drinks que bebemos, os amigos que reencontramos. É, a gente amou!

Mas a gente chorou também. A gente chorou quando tudo deu errado e quando tudo deu certo; quando o dia não parecia ter fim e a gente só queria chegar em casa e se jogar na cama. A gente chorou com as tragédias que assolaram o mundo e o nosso amado Brasil; com as crianças que continuam nas ruas e com os animais que continuam sendo maltratados. A gente chorou com os filmes e com os milhares de livros que lemos, as dezenas de séries de TV que assistimos e os finais felizes de casais que nunca conheceremos. Mas tá tudo certo, né gente? Guardar as lágrimas é pedir pra sofrer mais.

Mas olha, prestaram atenção aos verbos? Brigar, amar e chorar? Sim, são os mesmos verbos que vivemos em 2014 e serão os mesmos que viveremos em 2016. Com mais ou menos intensidade, com ênfase em alguns e com outros menos presentes, mas, na essência do que é viver, os mesmíssimos verbos.

Problemas todo mundo tem, mas o que faz a diferença são as pessoas com quem a gente compartilha os momentos bons e ruins e a maneira como enfrentaremos as dificuldades que os 12 meses que chegarão vão impor pra gente.

Meu povo lindo, meus leitores tão queridos e tão carinhosos, meus amigos e minha família, desejo pra gente um 2016 cheio de “brigas”, de amores e de lágrimas (essas de felicidade!). Recheado de sucessos e de muita luz. Lotado de beijos e abraços e primeiras vezes. Transbordando de amigos, drinks e diversão.

Não prometo estar menos ou mais presente, porque já prometi antes, mas não cumpri. No lugar de promessas vazias, prometo mais novidades e prometo tentar retribuir todo o carinho que recebo, mesmo tão distante em 2015, vocês não se esqueceram de mim.

P.S: Esse post foi programado. No momento estou curtindo um marzinho delicia e sem internet. Dessa maneira, respondo os e-mails assim que eu voltar pra civilização!

Beijos,

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Foto por Daniel Zimmermann – CC

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E se um dia eu te amar?

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E se um dia eu te amar? Ah, sei lá. Quero fugir de todas as coisas que me fazem querer morrer por dentro e, ao mesmo tempo, quero abraçar bem apertado aquela vontade de levantar a cabeça, passar um batom vermelho e morrer de amor.

E se um dia eu te amar? Ah, quem sabe? Não tô pronta para ser feliz ainda. Essa dorzinha no peito de quando meu coração vai se apagando aos poucos às vezes me faz bem. Eu corro pra cama da mamãe, ligo o ar-condicionado e ela me conta sobre como todos os caras queriam ficar com ela em um passado não tão distante. E ali, eu e ela, ela e eu, trocando confidências e lamentações. Trocando conselhos e dividindo uma panela de brigadeiro. Ali eu tô feliz!

E se um dia eu te amar? Sai fora, perdedor! De agora em diante eu não amo mais. A partir de ontem eu decidi só viver para dentro de mim mesma e tentar descobrir o porquê desse marasmo que não me deixa colocar um salto tamanho 12, um vestido bem apertado e sair para dançar. Decidi entender porque eu tô presa no meu próprio achismo de não ser boa o suficiente.

E se um dia você me amar? Para com isso, eu não amo ninguém e ninguém me ama. Sou inamável. Sou aquela que jamais vai realizar tudo o que quis aos 25, porque eu já tô com quase 25 e quero tanta coisa. Cada dia eu quero mais. Cada dia eu faço menos. Cada dia eu sofro mais. Cada dia eu rio mais. Cada dia eu mudo mais. Cada dia eu sou uma.

E se um dia você me amar? Já digo logo que você é louco. Louquinho de pedra. Ninguém normal vai se afundar na imensidão dos meus problemas. Ninguém normal vai querer comer hambúrguer e frango frito às 4 da manhã depois de uma maratona de TV.

E se um dia a gente se amar? Eu digo que você não é normal. Que você tá se arriscando muito em resolver juntar a sua vida com a minha. Dois anormais não fazem um normal. Mas quer saber? Dois anormais tentando descobrir o certo e o errado me parece mais excitante do que uma vidinha mais ou menos regida pelas leis mudas da sociedade.

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E fique ciente de que uma vez aqui, vai ser difícil me entender, mas se você olhar por outro ângulo, pode ser que dê certo. Tá bom! Eu me rendo! Pode chegar junto! Mas traz aquele doce de leite que eu gosto se não eu nem te deixo entrar.

Beijos,

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Primeira crônica do ano!

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Tudo em excesso faz mal; corrói, vai perfurando aos poucos e transformando o que um dia foi bonito em uma situação de tristeza sem fim. Esse princípio se aplica a namorados, amigos, família e infinitas outras relações que fazem parte da nossa vida.

Às vezes, o ex-namorado fofo continua te ligando, te mandando mensagem, querendo te ver. Ás vezes, a(o) amiga(o) não consegue parar de reclamar da vida para você, tudo é motivo de lamentações, tudo é motivo para diminuir uma conquista sua (“mas isso é fácil” ou “eu já fiz melhor”) e ela(e) nem mesmo se importa se você está bem, só quer te usar para despejar frustrações e tentar se sentir melhor com o seu fracasso. Às vezes, seus pais estão tão frustrados na vida que te implicam uma condição constante de “você está perdendo tempo” ou “o curso que você escolheu é uma droga”.

Aí, em determinado momento, a gente está tão para baixo, que o ex-namorado possessivo se torna lindo e esse amor que ele sente por você é a única coisa que você tem. Aí, o amigo da onça é o único que não se afastou de você e continua te mandando energia (mesmo que negativa!), e você só quer contato com alguém, mesmo que seja alguém que não se importa com você. Aí, você começa a acreditar nas barbaridades que ouve sobre as suas escolhas e sobre a maneira como você pretende viver a sua vida. Você realmente se questiona se escolheu o curso certo, se está no emprego com mais futuro, se você deveria abrir mão de ser feliz profissionalmente pela segurança de uma coisa que não te desperta um brilho no olhar.

É claro que tudo no começo tende a ser a melhor experiência possível. Tudo é novo e o que você nunca viveu antes é a melhor experiência da sua vida. É exatamente aí que entram todas essas pessoas: na sua experiência de vida (e nada mais!).

Difícil, né? Eu sei… Eu, você, a minha melhor amiga, meu primo, sua colega de faculdade…TODO MUNDO SABE! São situações que fizeram ou farão parte da sua (da nossa) vida. Gente, por experiência própria, eu afirmo que não é legal se contentar o que os outros querem te oferecer. Não é legal buscar migalhas ou atenção de alguém que só quer te ver para baixo. Não é legal se escorar eternamente em um (dois, três e quantos mais desse tipo você estiver vivendo) relacionamento destrutivo “só porque é tudo o que você tem”. Não é legal sentir medo de dizer não!

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Britney disse, tá dito: eu tenho que dizer não!

Gente, ninguém merece viver uma vida pela metade. Quando deixa de te fazer bem, é o momento de parar para refletir. Quando deixa de te fazer bem, é o momento de deixar para trás. Afinal, um círculo de energia negativa só vai te prender na pior versão de si mesma: aquela que abre o maior sorriso por fora, mas por dentro é um poço de infelicidade e angústias.

 E a partir do momento em que você decidir que merece mais, não vai ser difícil cortar laços que te prendem ao passado, que te fazem mal e que não te trazem nem um segundo de felicidade. Não vai ser difícil dizer ao misógino que te atormenta que ele deve parar porque você NÃO está mais interessada. Não vai ser difícil falar “olha, depois a gente conversa” sempre que a(o) tal amiga(o) chegar junto para bater um papinho sobre como a vida dela é um saco e sua é pior ainda. Não vai ser difícil sentar com os seus pais (e eu digo pais porque, para mim, são as únicas pessoas a quem você deve satisfação. Pelo menos enquanto morar sob o teto deles) e explicar que você agradece pelas preocupações, mas que você quer cometer os seus próprios erros.

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Então, tá esperando o que? Quando deixa de te fazer bem, é sua responsabilidade seguir em frente e decidir conservar apenas o que te motiva e o que te traz coisas boas. Ah, o que te faz bem só evolui para melhor e te acompanha nos erros, nos acertos e em todo e qualquer passo que você decidir dar. Isso sim é a melhor coisa da vida!

Hoje, exatamente 3 meses desde a minha última postagem, eu volto com uma crônica que vai marcar o início do ano para o “giumancini.com”. Vamos em frente! (Nada melhor do que ilustrar o post com a Brit kkkkkk)

P.S: Para fechar com chave de ouro:

[youtube:https://www.youtube.com/watch?v=AJWtLf4-WWs%5D

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Tchauzinho!

Beijos e seja bem-vindo 2015,

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Os ventos que nos levam pra longe!

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Vou começar te falando que se você estivesse aqui comigo, no momento em que essas palavras estão fluindo, me acharia uma completa indecisa e perdida no mundo. Acho que nunca apaguei tantas sentenças como hoje, mas também, falar de mudança desperta em mim um sentimento louco e assustador. E eu tenho certeza que isso já aconteceu com você.

É louco porque é uma sensação mágica, aquele aperto no peito de que você sabe que está acontecendo uma coisa boa, e, ao mesmo tempo, é uma sensação ruim, porque sua cabeça se enche de dúvidas e insiste em te questionar se “a sensação boa” é mesmo real ou é só você tentando se convencer de que tomou a decisão correta.

É assustador porque é tudo junto, tudo acontece ao mesmo tempo. É assustador porque estou deixando para trás tudo o que eu sei que é seguro e certo. É assustador porque um mundo novo acabou de se abrir para mim e tudo o que é novo pode dar errado.

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É confuso, né? Mas faz sentido, pelo menos para mim.

Mudar de emprego, mudar de curso, mudar o cabelo, mudar de cidade, e milhares de possíveis mudanças têm, cada uma, suas implicações específicas e aterrorizantes: o emprego vai dar certo? Eu quero mesmo jogar fora três anos de curso? Meu cabelo realmente vai ficar melhor se for mais curto? Será que eu vou me sentir bem me perdendo em uma cidade novinha em folha?

Eu já me peguei pensando e debatendo algumas dessas perguntas aí de cima, e posso te garantir que a resposta não foi positiva em algumas delas, mas também garanto que me surpreendi com a resposta de outras. É sempre assim, em algumas a gente ganha, e em outras a gente perde. A vida seria perfeita demais se todas as decisões tomadas fossem as corretas (e também, gente, não existe decisão correta; o que existe é a decisão que melhor se enquadra no seu momento!).

É por isso que ouvimos o mesmo discurso de sempre. “Estude as consequências”, “pesquise bastante”, “se arrepender é a pior coisa possível”, “você quer mesmo trocar o certo pelo duvidoso”, “não acho que você combina com loiro mel” e tantas outras.

Fora tudo isso, ainda tem aquelas mudanças interiores, sabe? Você sabe do que eu estou falando, eu sei que sabe. “Devo cortar o papo com aquela amiga que só quer me ver para baixo?”, “meu namorado me trata tão mal, mas eu não tenho forças para terminar tudo”, “eu preciso perder dois quilos, mas pizza com coca-cola me faz tão bem” e muitas outras. Olha aí! Mudar, mudar e mudar. Seja de vida, de cabelo, de namorado ou de peso. Mudar é uma constante e, talvez, seja a que mais requer coragem, posicionamento e tomada de decisão. Sim, mudar é uma constante. Uma constante de pensamentos, de incertezas e do não saber o que reservaram pra gente!

Ah, e ainda tem o fato de que as mudanças que escolhemos (ou que a vida nos impõe) podem ter um efeito, negativo ou positivo, na vida das pessoas que guardamos no coração. Nossa família, nossa melhor amiga, nosso amor… Isso me lembra o causo de uma BFF, que quase não quis ir fazer intercâmbio porque não queria deixar o namorado aqui no Brasil. Gente, pode uma coisa dessas? Se for amor é amor, se não for amor é tesão; e se for tesão, ele passa! Resumindo uma longa (e bem cansativa) história, os dois foram juntos e, meses depois, ele terminou tudo porque queria “aproveitar o tempo que passaria lá” (leia-se: ficar de pegação com o maior número de americanas que caíssem na conversa melosa e sem noção dele. #guardorancordeexdeamigaquefoiumcretino).

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Se é amor, ele SEMPRE vai preferir dançar sozinho!

É aí? Bem, e aí que ela teria perdido a chance de viver uma experiência maravilhosa por uma relação fadada ao esquecimento. Mas é claro que tem os casos dos namorados maravilhosos que até nos apoiam na hora da mudança e, justamente por isso, nos fazem repensar se vale mesmo a pena arriscar esse relacionamento tão bom. Acontece? Sim, mas é errado, porque não se arrisca aquilo que é certo; um amor, quando posto à prova, vence triunfante e nos torna ainda mais felizes. A gente se arrisca com as oportunidades, com um emprego, com o cabelo e com uma cidade, mas NUNCA com a possibilidade de uma mudança arruinar um bom relacionamento!

E agora que eu estou aqui, desabafando com você, também começo a entender melhor e a colocar em perspectiva algumas das coisas em que eu mesma não acreditava, como “amor à distância” e “talvez eu queira colocar ruivo-cobre no meu cabelo”.

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– Mudar é bom | – Sim, mas não é fácil.

Uma coisa é clara, se você chora pelo simples fato de algo estar mudando, é porque sente falta do que você achou que seria para sempre. Se você chora junto com a mudança, é porque mal pode esperar para ver (e viver) o que vem por aí! Eu aprendi desde cedo que o presente é sentimento, o futuro a Deus pertence e o condicional se torna aquela pulguinha atrás da orelha da qual nunca conseguiremos nos livrar.

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O casamento (ou falta dele) da Mary vai mudar as relações da monarquia e ela decidiu aproveitar o momento!

Mude-se; se deixe mudar; molde-se ao que nunca considerou possível; beba da fonte inesperada; mexa no time que está ganhando; não deixe o copo meio cheio (ou meio vazio); cace com gato, cachorro ou papagaio; quebre barreiras, conselhos e posicionamentos que não te fazem bem!

Mas jamais, JAMAIS (e eu repito em caixa alta para você assimilar melhor) deixe de tentar. A vida é feita de tentativa, acertos e erros e, assim como na matemática, é possível passar uma borracha em tudo e tentar uma vez, e mais outra e mais outra… Então, eu te digo: vai sem medo e não se prenda ao que poderia ser. Análise as possibilidades, entenda as variáveis, se joga nas perguntas, devore as respostas e tenha em mente que o presente é quem você é, o futuro você não controla e o condicional, ou o que poderia ter sido, vai te assombrar para sempre. E para sempre é muito tempo!

Música para inspirar: Unwritten – Natasha Bedingfield

Recebi o link de uma amiga, mas eu conheço essa música há anos, é claro. Quem aí tiver uma quedinha por reality shows vai reconhecer essa música da abertura do MELHOR REALITY DE TODOS: THE HILLS.

(Lembrando que foi realmente difícil para a Lauren Conrad trocar a mansão dela em Orange County e se mudar para um conjunto luxuoso de apartamentos em L.A e ainda enfrentar as dificuldades diárias de um estágio na Vogue kkkkkkkkk #cadaumcomseusproblemas)

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Beijos e que a(s) sua(s) mudança(s) seja(m) sempre para melhor,

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Tá falando comigo? #2 – Categorizar é normal (mas às vezes faz mal)!

Sim. E hoje a gente vai conversar (só vira uma conversa se alguém comentar kkkkkk) sobre a mania que temos de dividir TUDO em categorias, mesmo que sem querer. Nós temos o nosso TOP 10 de restaurantes (aquele que é para comer bem, aquele que é para ser vista, o melhor japonês, o maître mais gatinho e por aí vai), temos o nosso TOP 10 baladas (aquela com a melhor música, aquela para ver vista, aquela que tem os melhores shows…), temos o nosso TOP 10 compras (as lojas que só namoramos a vitrine, as que compramos uma saia verde limão longa e que virou sua nova paixão, as que compramos sapatos para o dia-a-dia, as que compramos sapatos para festas…) e MUITAS outras. Essa semana eu estava conversando com uma amiga (beijo, você sabe quem! Não vou citar nomes porque adoro uma ceninha e to me sentindo muito Gossip Girl no momento) e, papo vai-papo vem, ela comentou que o atual pretendente dela está na categoria “importa, mas não muito”. E, gente, eu AMEI! Só aí eu me dei conta que eu tenho categorias para homens também: “quem é você?”, “importa” e “SAI DAQUI!”. Foi então que bateu a inspiração. Corri pro whatsapp e mandei a pergunta no grupo das BFF’s: meninas, alguém aí tem categoria no quesito relacionamento? E TODAS elas me mandaram alguma coisa; na lista abaixo, selecionei as melhores (e claro, publicáveis kkkkk) e mais divertidas.

As minhas:

“Quem é você?” – é direcionada a todos os caras que já chegam me chamando de princesa/linda/amor ou pior ainda COISINHA LINDA (gente, coisinha linda é de matar). Não te conheço, cara. Vaza!

“Importa” – é aquele que é seu amigo e que você imagina que pode rolar alguma coisa. Sou do tipo que só tenta algo mais com alguém que já compartilho uma histórinha (amigo, amigo de amigo e etc).

“SAI DAQUI!” – essa é para quem chega se achando a bunda da Kim Kardashian. Não importa se é amigo de amigo, se vocês estudaram no mesmo colégio, se ele é músico (kkkkkkkk)… Se chegar querendo ser o maioral, saio fora na hora! Ah, se o tal estiver usando camiseta de super-herói/memes famosos, talvez seja interessante deixar passar da primeira impressão! (Fontes seguras, gente! FONTES SEGURAS!)

 
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Vale ou não uma chance? hahahaha

Vamos às contribuições das amigas:

“Importa, mas não muito” – é para o tipo de pessoa que está na sua vida, mas se não estiver também não tem problema. (#coitadinhodele #maldade #useeabuse #chegadehashtag).

“Saudade de domingo” – essa é para aquele cara que você liga no domingo e diz que quer vê-lo porque ESTÁMORRENDODESAUDADE. Ambos sabem que, na segunda, não vai rolar café da manhã/almoço/drinks. Foi só para “a saudade de domingo” mesmo.

“Enjoei, mas ele é fofo” – essa é para aquele que já deu, mas como ele te manda mensagem durante o dia, te liga quando sente falta, te convida para um cineminha na sua sexta-sem-planos… Você o mantém ali pertinho, mas fica se matando de remorso pelo seu egoísmo (beijo, D****** kkkkkk).

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Jake Jagielski, o eterno fofo que a Peyton dispensou!

“Bom para: insira aqui a sua necessidade” – gente, eu vou colocar exatamente como recebi:

Sabe cheque, meninas? Que você preenche a data e escreve “bom para tal dia”? Então, essa é a ideia do homem “bom para”; bom para cama, bom para jantar, bom para conversar, bom para ser amigo, bom para viajar, bom para beber vinho, bom para me levar para casa quando meu carro quebra, bom para o que eu estiver precisando kkkkkkkk

HAHAHAHAHA pode isso, gente? Ela super incorporou a Allegra. Não sei se eu fiquei mais surpresa com a frieza ou com o fato que ela ainda usa CHEQUE!

“Motorista” – essa é uma ramificação do “Bom para”, mas com foco na arte de levá-la para casa. A talzinha (beijo, J****) dava conversa para um carinha só porque ele ia buscá-la na faculdade. Depois de um mês ele se tocou e mandou ela pastar. #bemfeito #interesseira #misspontodeônibusagora #aprendeadirigir

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Vai uma carona aí?

“FDP” – gente, essa TODO MUNDO se identifica. O FDP é aquele que também tem uma categoria e você provavelmente está em alguma das que se seguem: “Peguei e não quero mais”; “Boa para”; “Só ligo quando quero”; “Peguete”.

É, eles também têm suas preferências, joguinhos e categorias injustas.

Percebe como tudo é uma bola de neve? A gente julga daqui e eles julgam de lá… E essa loucura denominada de “relacionamento” vai seguindo seu curso até um dos idiotas (ele ou ela) perceber que tá amando de verdade.

Outra coisa, eu quero deixar claro que todas essas categorias são apenas uma maneira divertida de encaixar nossos paqueras/casinhos/situaçãoindefinida/écomplicado e que, em nenhum momento, isso foi pensado para diminuir o valor de alguém (principalmente de vocês, meninos!). Como tudo na vida, as categorias também são passageiras (restaurantes fecham e outros abrem; boates perdem o DJ perfeito, mas outra o contrata; uma loja faz uma péssima coleção e outra te surpreende com lindas estampas… É desse jeito, gente!). Ah, assim como o tal que chegou na sua vida com um belo “SAI DAQUI!” pode ser promovido para uma que eu acabei de criar, e que se encaixa perfeitamente na verdade, “TE AMO EXATAMENTE COMO VOCÊ É”. ❤

Beijos,

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Tá falando comigo? #1

Sim. E hoje eu vou apresentar o meu sonho pra você (tipo primeiro dia de aula na escola nova). Lembra quando tudo o que você mais queria era o bambolê do “É o Tchan”? Ou aquelas sandálias plataforma da Sheila Melo? Ou quando você chamava suas amigas para dançar aquelas letras completamente pornográficas? (Se você for um cara, substitua as perguntas por Lego, Alpargatas do Seninha e luta imaginárias de Dragon Ball Z). Uma pergunta que vale para todos os sexos: lembra das tardes no play do prédio arrumando confusão porque o coleguinha usou “bafo” para ganhar seus Tazos? Recordar é viver, já diz o clichê.

Não vou mentir para você e confesso: respondo sim para todas as alternativas. Mas para mim, uma outra pergunta fazia parte dos meus dias: lembra quando você escrevia estórias aos 8 anos e passava o dia todo enchendo o saco dos outros para que eles lessem? Essa eu também confesso: oh se eu lembro!

De lá para cá são mais de 16 anos, um diploma universitário e um único desejo: contar uma estória e provocar um sorriso bobo em todos aqueles que estão lendo. Hoje, uma parte desse sonho começa a se realizar, pois eu escrevi uma estória e as poucas pessoas que a leram terminaram aquelas duas centenas de páginas com o tal sorriso bobo que eu sempre esperei.

É para isso que lemos não é? Para fugir um pouco do estresse do dia a dia e mergulhar nas aventuras e histórias de outras pessoas; personagens completamente diferentes da gente, mas, às vezes, com alguns pontos semelhantes. Personagens que nos fazem torcer e chorar e sorrir e odiar e amar; e tantos outros sentimentos provocados por aquelas palavras cuidadosamente planejadas.

Na foto a seguir você pode ver um pouco do que eu faço no meu tempo livre, além de escrever. Deixa eu te contar um segredo: todos os meus personagens têm um pouco de mim e, quando você ler o livro, vai descobrir qual deles compartilha dessa mesma obsessão por papel e estilete.

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Enfim, eu realmente espero que a estória de amor dos meus quatro personagens te emocione da mesma maneira que eu me emocionei escrevendo. Que Bene, Anna, Luca e Isa te levem para um passeio pela cidade mais espetacular do mundo e que você decida voltar; para continuar viajando por Roma, para ler o que eu tenho a dizer, mas, principalmente, para me dizer que toda vez que você se lembra da história, o mesmo sorriso bobo volta aos seus lábios e melhora o seu dia. E eu vou te agradecer profundamente, afinal, você realizou o meu sonho (se não sorriu, pode me oferecer um guaraná e um pote de doce de leite que tá valendo também! :D)

Com amor,

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