Verbalizando o ano novo!

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É. Mais um ano se foi.

Mais um ano que passou voando!

E agora é o momento de agradecer!

Sei que vocês podem até ter virado o rosto ou feito uma careta quando leram que temos que agradecer, mas eu quis dizer “agradecer por esse ano finalmente estar acabando!” (KKKKKK)

Dois mil e quinze foi um daqueles anos que a gente olha para trás e consegue salvar poucas coisas, bem poucas mesmo. Foi um ano recheado de coisas ruins pra todo mundo e talvez você tenha perdido o emprego, ou um amor tenha ficado para trás, ou que os planos cultivados com tanto carinho tenham se perdido. É, 2015 não vai deixar saudade ou aquele gostinho de quero mais.

Entretanto, mesmo com todas as coisas ruins que possam ter acontecido, a gente chegou (firme e forte!) ao final dele. A gente tentou se recuperar e ser mais forte, matando um leão por dia para vencer e seguir em frente. A gente também desistiu de coisas que nos faziam mal, que nos prendiam à lugares que não fazem mais a nossa vibe ou que não combinavam mais com a nossa personalidade. A gente brigou, amou, chorou (eu mesma chorei muito!) e bateu o pé pra não se deixar envolver em situações que tentaram nos levar pra baixo.

Sim, a gente brigou. A gente brigou com os chefes que não reconheceram o nosso trabalho; com o namorado que queria nos dominar; com a amiga que combinou de passar o ano novo em uma cidadezinha praiana sem luxo (torrando no sol e tomando muita água de coco), mas foi para Trancoso de última hora (bjs, você sabe quem!); com os caras babacas e suas piadinhas de mal gosto; com a balança, essa que continua feito um cabresto na vida de muita gente, mas que deveria ser mandada para o espaço (junto com os controladores de peso e aqueles pseudo-amigos que dizem “você tá mais cheinha, né?).

Bem, a gente amou. A gente amou muito! A gente amou aquele vestido que compramos em janeiro, mas que até hoje não usamos; aquela amiga nova, suuuuuuper gente fina, que nos foi apresentada por aquele carinha meio fofo, cujo o lance com não foi pra frente; a gente amou as nossas famílias, mesmo que lotadas de problemas; a gente amou o primeiro beijo em alguém, e a primeira vez com alguém; as praias que curtimos, os drinks que bebemos, os amigos que reencontramos. É, a gente amou!

Mas a gente chorou também. A gente chorou quando tudo deu errado e quando tudo deu certo; quando o dia não parecia ter fim e a gente só queria chegar em casa e se jogar na cama. A gente chorou com as tragédias que assolaram o mundo e o nosso amado Brasil; com as crianças que continuam nas ruas e com os animais que continuam sendo maltratados. A gente chorou com os filmes e com os milhares de livros que lemos, as dezenas de séries de TV que assistimos e os finais felizes de casais que nunca conheceremos. Mas tá tudo certo, né gente? Guardar as lágrimas é pedir pra sofrer mais.

Mas olha, prestaram atenção aos verbos? Brigar, amar e chorar? Sim, são os mesmos verbos que vivemos em 2014 e serão os mesmos que viveremos em 2016. Com mais ou menos intensidade, com ênfase em alguns e com outros menos presentes, mas, na essência do que é viver, os mesmíssimos verbos.

Problemas todo mundo tem, mas o que faz a diferença são as pessoas com quem a gente compartilha os momentos bons e ruins e a maneira como enfrentaremos as dificuldades que os 12 meses que chegarão vão impor pra gente.

Meu povo lindo, meus leitores tão queridos e tão carinhosos, meus amigos e minha família, desejo pra gente um 2016 cheio de “brigas”, de amores e de lágrimas (essas de felicidade!). Recheado de sucessos e de muita luz. Lotado de beijos e abraços e primeiras vezes. Transbordando de amigos, drinks e diversão.

Não prometo estar menos ou mais presente, porque já prometi antes, mas não cumpri. No lugar de promessas vazias, prometo mais novidades e prometo tentar retribuir todo o carinho que recebo, mesmo tão distante em 2015, vocês não se esqueceram de mim.

P.S: Esse post foi programado. No momento estou curtindo um marzinho delicia e sem internet. Dessa maneira, respondo os e-mails assim que eu voltar pra civilização!

Beijos,

novaassinatura

Foto por Daniel Zimmermann – CC

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