Cinco músicas para (se) amar!

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Música é tudo. E eu nem mesmo coloquei uma interrogação na frase anterior porque a resposta estaria na ponta da língua de 99% das pessoas. Independente do problema, do estilo musical, da cidade, no circulo social e etc., escutar música desperta infinitos sentimentos em cada um de nós e nos trazem lembranças, momentos e até mesmo inspiração (quem gosta de escrever sabe do que eu to falando!). Ah, e música é coisa de momento, de percepção, de toque e de sonoridade. Hoje eu amo uma, amanhã eu amo outra e tem aquelas que eu amo sempre. Me apaixonar e me desapaixonar por canções é a única traição que eu me permito fazer.

Pensando nisso, e para começarmos a semana com 1% da vibe de uma sexta-feira (okay, talvez ate 1% seja meio impossível, mas a gente pode tentar, né?), eu trouxe as cinco músicas que mais me inspiram a sacudir, levantar a poeira e dar a volta por cima (e não, “Volta por cima” não está lista porque é mais batida que o carro da Laura – minha amiga e péssima motorista – #bjsamiga #éaverdade #sorrynotsorry).

5 – Shake It Off (Taylor Swift)

É clichê? É clichê! É lugar comum? É lugar comum. Estou sendo redundante? Estou sendo redundante. Mas…”Haters gonna hate, hate, hate, hate…” bjs

4 – Don’t Worry, Be Happy (Bobby McFerrin)

Eu gosto dessa porque me lembra de um sábado comum, na linha amarela, a família toda e o carro apertado. Simples assim.

3 – 1,2,3,4 (Plain White T’s)

Quer motivo melhor para seguir em frente do que o amor? E não tô falando só de namorado(a), tô falando de família, de amigos, do cachorro e do papagaio. Tô falando do amor que nos cerca e que a gente não vê porque estamos ocupados demais procurando problema onde não tem.

2 – Pack Up (Eliza Doolittle)

Como diz a letra, “arrume os seus problemas na sua grande e velha mala e os enterre no fundo do mar”.

1 – Secrets (Mary Lambert)

Mary Deusa Lambert tá falando comigo e com milhares de garotas cheias de segredos. De dar “tchauzinho” por causa da gordurinha no braço; de falar o que pensa com medo da reação dos outros; de mudar de emprego porque não suporta mais aquele escritório; de gritar bem alto, no meio do shopping, e eliminar a frustração por só ter R$ 2,20 na conta; de chorar quando quiser porque todo mundo fica dizendo que você só sabe chorar…Talvez esses sejam alguns dos meus segredos, ou talvez não.

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Momento Gossip Girl kkkkkkk

Beijos,

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Terça de Nostalgia – Gilmore Girls

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TODO mundo sempre gosta de repetir que quem vive de passado é museu, né? Mas a questão é que o passado faz parte da gente, o passado é a única razão de sermos quem somos hoje. Com isso em mente, eu preciso te dizer que eu sou uma pessoa bem (beeeem mesmo) nostálgica. Eu gosto de ouvir músicas antigas, fazer maratonas de seriados que já foram cancelados, eu gosto de ver o mesmo filme umas 30 vezes, eu curto comer algo que me lembra de uma época boa e por aí vai… Assim, toda terça eu vou falar sobre coisas do passado que me marcaram e que eu ainda amo/odeio. E, na estréia de mais uma categoria, a gente vai conversar sobre Gilmore Girls.

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O ano? 2002. A minha idade? 11 anos. A realidade? “Tal mãe, tal filha” no SBT. CAI O PANO! Foi assim que eu descobri uma das séries que marcariam a minha vida para sempre. Com suas referências quase sempre indecifráveis, seus diálogos rápidos (e ácidos!), suas piadas nos momentos certos e cenas que refletiam a vida real e o relacionamento entre uma mãe solteira e sua filha, Gilmore Girls tornou-se um reflexo para uma geração de garotas e suas mães.

A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai “Rory” Leigh Gilmore (Alexis Bledel) que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.

Para mim não foi muito diferente, é claro. Eu até acho que o meu amor pela série começou porque eu via a minha própria mãe na Lorelai. As brincadeiras, os conselhos, as brigas (algumas até beeeeeeeem parecidas), a amizade, a confidência…e por aí vai. “Tal mãe, tal filha” é exatamente o que eu vivo todos os dias, é cumplicidade, é carinho, é amor. Gilmore Girls é uma lembrança constante de que eu tenho a melhor amiga que eu poderia ter, a melhor companheira de séries, de novela, de jantar, de viagem, de faxina, de compras, de passeios, de praia, de correr atrás de um banheiro feito uma louca (não pergunte!), de andar eternamente por uma avenida sem saber onde vai terminar (de novo, não pergunte!), de comprar pijama combinando…a lista é infinita; assim como é infinito o meu amor por Gilmore Girls e pela minha Lorelai.

Abaixo deixo a lista com alguns dos meus episódios favoritos. E se você ainda não conhece essa obra prima da cultura pop, se joga no Google e assista TODOS os 154 episódios. Depois você me agradece! 😉

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Um bom corredor é aquele em que você é beijada!

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Porque eu te amo, seu idiota!

episodiosgilmore - Cópia (3)

Ele é tão alto!

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Não pode chorar!

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You jump, I jump Jack!

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À minha mãe, que é TUDO para mim! (A minha também, Rory)

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Você não pode ficar sentando na cama das pessoas!

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Querida mamãe e papai, minha bolsa estourou. Nos vemos depois, Lorelai.

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Não vai embora, mãe!

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Ele é meu Dean!

episodiosgilmore - Cópia (11)

Eu odeio o Robert!

Por hoje é só. E mãe, caso você esteja lendo, não importa a onde você vai, eu SEMPRE vou te seguir (ou o contrário).

Beijos,

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