TDN – O Mundo Secreto de Alex Mack!

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NOTA MEGATOPIMPORTANTE:

Antes de qualquer coisa, eu preciso responder uma perguntinha beeeeem básica: SIM, ESTOU VIVA!

Depois de colocar o resto da minha vida em dia, eu finalmente posso voltar para o site e continuar com as minhas divagações aleatórias, séries, comidinhas, livros, crônicas, contos…FINALMENTE está tudo no caminho certo para que a inspiração reine absoluta por aqui.

Aos poucos vou contando o que fiz nos últimos meses e o que tenho planejado para a metade restante de 2015. À quem ainda tá por aqui, junto comigo mesmo depois de 2.345 anos sem postagens, espero que goste das novidades. E à quem me abandonou (ou, no caso, sentiu-se abandonado), volta pra cá, vai? Pleeeeeease? Prometo que não vai se arrepender.

FIM DA NOTA MEGATOPIMPORTANTE!

Quem aí curtia a Fox Kids da década de 1990? Sim, eu estou falando sobre um monte de séries que deixam no chinelo qualquer produção atual do mercado televisivo para crianças e pré-adolescentes. No auge dos meus 9-10 anos, a rotina era bem simples: escola, Fox Kids, dever de casa, Fox Kids, lanche, brincar no play, Fox Kids, pedidos constantes de “posso assistir a Fox Kids só mais um pouquinho?” e dormir. Simples assim. Quanta saudade!

Alex Mack era uma das minhas favoritas e passava logo depois do almoço, de segunda a sexta (nos intervalos a gente cantava “Anna Júlia” do Los Hermanos umas mil vezes por dia). A série conta a história de Alexandra Mack, uma garota de 12 anos que se envolve em um acidente com um composto químico chamado de GC-161 e acaba desenvolvendo poderes que toda criança sonha em ter: telecinesia (mover objetos com a mente), controlar a eletricidade e virar uma poça d’água (esse parece uma besteira, mas pensa que você pode viajar em qualquer lugar ou até espiar as pessoas). Do desenrolar da série, Alex vai amadurecendo e descobrindo como conciliar seus poderes e sua vida de adolescente, sempre com a ajuda da irmã Annie (gênio da ciência) e de vários amigos (o principal deles é o Raymond, que está com ela desde o começo). Uma pena que quando eu comecei a assistir, lá em 2000, a série já havia sido cancelada há dois anos e o final é um duplo sentido que cabe ao espectador decidir o que realmente aconteceu.

Mas okay, chega de enrolação e deixa eu apresentar logo para vocês o “momento nostalgia” de hoje. Não vou fazer igual ao post passado (em que eu falei sobre meus episódios favoritos de Gilmore Girls – amo/sou Lorelai e Rory -), mas sim repassar um presente que eu ganhei recentemente (não se preocupem, esse é um presente que SUPER vale a pena compartilhar). No meu aniversário de 25 anos (#velha #umquartodeséculo #chatiada) o meu irmão resolveu traduzir e legendar alguns episódios das minhas séries favoritas de quando éramos crianças e me dar de presente (ele disse que a ideia é que eu nunca esqueça o que fazia a gente feliz quando tudo era mais simples #fofo #melhorirmaodomundo).

SIM! Alex Mack legendado para quem está querendo matar a saudade ou para quem nunca viu (e vai descobrir o que perdeu). Antes do play, cabem algumas ressalvas:

1 – NÃO tente racionalizar os diálogos e nem o enredo. A gente envelheceu, mas o episódio continua sendo para crianças.

2 – Para 1994 (ano de lançamento do episódio), os efeitos estão até legais, né?

3 – Eu não lembrava que a Annie era meio babaca com o resto do elenco kkkkkk.

4 – Boa viagem para 1994, APROVEITE!

Para habilitar a legenda basta clicar no “CC” ao lado da barra de volume e selecionar “Português”.

Assim que terminar, me diz o que achou do episódio, ok? Ah, e se você tiver alguma sugestão de série (até mesmo pra gente conseguir episódio + legenda), pode comentar aqui embaixo.

Beijos,

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E se um dia eu te amar?

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E se um dia eu te amar? Ah, sei lá. Quero fugir de todas as coisas que me fazem querer morrer por dentro e, ao mesmo tempo, quero abraçar bem apertado aquela vontade de levantar a cabeça, passar um batom vermelho e morrer de amor.

E se um dia eu te amar? Ah, quem sabe? Não tô pronta para ser feliz ainda. Essa dorzinha no peito de quando meu coração vai se apagando aos poucos às vezes me faz bem. Eu corro pra cama da mamãe, ligo o ar-condicionado e ela me conta sobre como todos os caras queriam ficar com ela em um passado não tão distante. E ali, eu e ela, ela e eu, trocando confidências e lamentações. Trocando conselhos e dividindo uma panela de brigadeiro. Ali eu tô feliz!

E se um dia eu te amar? Sai fora, perdedor! De agora em diante eu não amo mais. A partir de ontem eu decidi só viver para dentro de mim mesma e tentar descobrir o porquê desse marasmo que não me deixa colocar um salto tamanho 12, um vestido bem apertado e sair para dançar. Decidi entender porque eu tô presa no meu próprio achismo de não ser boa o suficiente.

E se um dia você me amar? Para com isso, eu não amo ninguém e ninguém me ama. Sou inamável. Sou aquela que jamais vai realizar tudo o que quis aos 25, porque eu já tô com quase 25 e quero tanta coisa. Cada dia eu quero mais. Cada dia eu faço menos. Cada dia eu sofro mais. Cada dia eu rio mais. Cada dia eu mudo mais. Cada dia eu sou uma.

E se um dia você me amar? Já digo logo que você é louco. Louquinho de pedra. Ninguém normal vai se afundar na imensidão dos meus problemas. Ninguém normal vai querer comer hambúrguer e frango frito às 4 da manhã depois de uma maratona de TV.

E se um dia a gente se amar? Eu digo que você não é normal. Que você tá se arriscando muito em resolver juntar a sua vida com a minha. Dois anormais não fazem um normal. Mas quer saber? Dois anormais tentando descobrir o certo e o errado me parece mais excitante do que uma vidinha mais ou menos regida pelas leis mudas da sociedade.

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E fique ciente de que uma vez aqui, vai ser difícil me entender, mas se você olhar por outro ângulo, pode ser que dê certo. Tá bom! Eu me rendo! Pode chegar junto! Mas traz aquele doce de leite que eu gosto se não eu nem te deixo entrar.

Beijos,

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Primeira crônica do ano!

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Tudo em excesso faz mal; corrói, vai perfurando aos poucos e transformando o que um dia foi bonito em uma situação de tristeza sem fim. Esse princípio se aplica a namorados, amigos, família e infinitas outras relações que fazem parte da nossa vida.

Às vezes, o ex-namorado fofo continua te ligando, te mandando mensagem, querendo te ver. Ás vezes, a(o) amiga(o) não consegue parar de reclamar da vida para você, tudo é motivo de lamentações, tudo é motivo para diminuir uma conquista sua (“mas isso é fácil” ou “eu já fiz melhor”) e ela(e) nem mesmo se importa se você está bem, só quer te usar para despejar frustrações e tentar se sentir melhor com o seu fracasso. Às vezes, seus pais estão tão frustrados na vida que te implicam uma condição constante de “você está perdendo tempo” ou “o curso que você escolheu é uma droga”.

Aí, em determinado momento, a gente está tão para baixo, que o ex-namorado possessivo se torna lindo e esse amor que ele sente por você é a única coisa que você tem. Aí, o amigo da onça é o único que não se afastou de você e continua te mandando energia (mesmo que negativa!), e você só quer contato com alguém, mesmo que seja alguém que não se importa com você. Aí, você começa a acreditar nas barbaridades que ouve sobre as suas escolhas e sobre a maneira como você pretende viver a sua vida. Você realmente se questiona se escolheu o curso certo, se está no emprego com mais futuro, se você deveria abrir mão de ser feliz profissionalmente pela segurança de uma coisa que não te desperta um brilho no olhar.

É claro que tudo no começo tende a ser a melhor experiência possível. Tudo é novo e o que você nunca viveu antes é a melhor experiência da sua vida. É exatamente aí que entram todas essas pessoas: na sua experiência de vida (e nada mais!).

Difícil, né? Eu sei… Eu, você, a minha melhor amiga, meu primo, sua colega de faculdade…TODO MUNDO SABE! São situações que fizeram ou farão parte da sua (da nossa) vida. Gente, por experiência própria, eu afirmo que não é legal se contentar o que os outros querem te oferecer. Não é legal buscar migalhas ou atenção de alguém que só quer te ver para baixo. Não é legal se escorar eternamente em um (dois, três e quantos mais desse tipo você estiver vivendo) relacionamento destrutivo “só porque é tudo o que você tem”. Não é legal sentir medo de dizer não!

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Britney disse, tá dito: eu tenho que dizer não!

Gente, ninguém merece viver uma vida pela metade. Quando deixa de te fazer bem, é o momento de parar para refletir. Quando deixa de te fazer bem, é o momento de deixar para trás. Afinal, um círculo de energia negativa só vai te prender na pior versão de si mesma: aquela que abre o maior sorriso por fora, mas por dentro é um poço de infelicidade e angústias.

 E a partir do momento em que você decidir que merece mais, não vai ser difícil cortar laços que te prendem ao passado, que te fazem mal e que não te trazem nem um segundo de felicidade. Não vai ser difícil dizer ao misógino que te atormenta que ele deve parar porque você NÃO está mais interessada. Não vai ser difícil falar “olha, depois a gente conversa” sempre que a(o) tal amiga(o) chegar junto para bater um papinho sobre como a vida dela é um saco e sua é pior ainda. Não vai ser difícil sentar com os seus pais (e eu digo pais porque, para mim, são as únicas pessoas a quem você deve satisfação. Pelo menos enquanto morar sob o teto deles) e explicar que você agradece pelas preocupações, mas que você quer cometer os seus próprios erros.

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Então, tá esperando o que? Quando deixa de te fazer bem, é sua responsabilidade seguir em frente e decidir conservar apenas o que te motiva e o que te traz coisas boas. Ah, o que te faz bem só evolui para melhor e te acompanha nos erros, nos acertos e em todo e qualquer passo que você decidir dar. Isso sim é a melhor coisa da vida!

Hoje, exatamente 3 meses desde a minha última postagem, eu volto com uma crônica que vai marcar o início do ano para o “giumancini.com”. Vamos em frente! (Nada melhor do que ilustrar o post com a Brit kkkkkk)

P.S: Para fechar com chave de ouro:

[youtube:https://www.youtube.com/watch?v=AJWtLf4-WWs%5D

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Tchauzinho!

Beijos e seja bem-vindo 2015,

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